‘Cinquentinha’: Misturando Ficção com Realidade!

Tirando uma coisinha aqui e outra ali, dá para dizer que o perfil das protagonistas de “Cinquentinha” foi sim inspirado em suas intérpretes.
Betty Lago foi o maior destaque da minissérie que estreou essa semana. Sua personagem quase foi presa acusada de tráfico e ainda esteve muito bem ao lado de Tatyane Goulart, a patricinha Vanessa, que ameaça a avó de ir morar na favela com o namorado ‘barra-pesada’. Marília Gabriela, a Marina, também esteve no tom, mas sua personagem esteve em cenas um pouco abusadas, mesmo para o horário das 23h. Aliás, o excesso desse tipo de cena quase que reinou nos primeiros minutos da história. José Wilker, em poucas cenas, não conseguiu mostrar a grandiosidade de seu talento, através do milionário e mulherengo Daniel.
Danielle Winits, a Becky, não esteve bem, nem nas cenas onde aparece no hospital, após internação do filho.




A maior coincidência de “Cinquentinha” com a vida real pode-se dizer, tranquilamente, está no papel de Suzana Vieira, a atriz-estrela Lara. Logo de início, Lara afirmou que era a dona do estúdio, que a emissora onde trabalhava devia muito a ela (trabalhou por 30 anos na empresa), que era injustiça ser mandada embora, que aparentava no máximo menos que 50 anos, que não aceita fazer papel de avó e muito menos ser chamada assim pela neta (Monique Alfradique na história). Depois, ao saber da morte do ex-marido, opta pela roupa mais chamativa e ainda é grossa com a imprensa.
Dava até para confundir personagem com atriz. No mais, o primeiro capítulo de “Cinquentinha” teve altos e baixos, porém foi um pouco arrastado e até mesmo confuso, quando as viúvas ficam sabendo da morte de Daniel.

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